Negócios e impostos · Calculadora
Calculadora de queima de caixa e fôlego
Quanto o caixa diminui por mês e por quantos meses ele dura nesse ritmo. Com o efeito, em meses ganhos, de cortar parte da queima ou de aumentar a receita.
- Revisado em 10/09/2026
- Fórmula à vista
Seu resultado
A resposta da conta
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Como chegamos neste resultado
A fórmula
queima mensal = saídas − entradas; fôlego = caixa ÷ queima mensal
Passo a passo da conta
- A queima é a diferença entre saídas e entradas do mês.
- O caixa disponível é dividido pela queima, resultando no número de meses.
O que a conta assume
- Entradas e saídas se mantêm constantes ao longo dos meses.
Dados utilizados nesta conta
Cálculo determinístico sobre os valores informados. Nenhum dado externo é consultado.
O que considerar antes de decidir
Como funciona e como interpretar
A conta
Entradas menos saídas do mês. Se o resultado é negativo, esse é o consumo mensal de caixa. O saldo disponível dividido por esse consumo é o número de meses restantes no ritmo atual.
A calculadora devolve o consumo, o fôlego em meses e a data aproximada em que o caixa se esgota, além do efeito de cenários de corte.
Por que o número precisa ser olhado com frequência
Fôlego de caixa é o único indicador que tem prazo de validade curto. Margem e retorno descrevem uma situação; o fôlego descreve quanto tempo você tem.
Empresa com margem excelente e três semanas de caixa tem um problema mais urgente do que empresa com margem apertada e um ano de fôlego.
Consumo constante e consumo crescente
A conta simples assume que o consumo se repete. Isso serve para uma leitura rápida e é insuficiente quando a empresa está crescendo.
Crescimento costuma consumir mais caixa, não menos: mais estoque, mais gente, mais prazo concedido a cliente. Nesses casos, projete mês a mês em vez de dividir por um consumo médio.
A calculadora permite testar um cenário de consumo maior justamente para tornar esse risco visível.
Fôlego não é a mesma coisa que prejuízo
Uma empresa pode estar dando lucro e queimando caixa. Basta vender a prazo e pagar à vista.
Nesse caso o problema não é margem, é prazo, e a solução está no ciclo financeiro e na necessidade de capital de giro, não em cortar custo.
O inverso também existe: empresa com prejuízo contábil e caixa confortável, por ter recebido adiantado.
O que aumenta o fôlego, em ordem de velocidade
Receber mais rápido. Antecipar recebíveis tem custo, mas resolve prazo imediatamente.
Pagar mais devagar, negociando com fornecedores antes de precisar. Negociação feita com caixa curto sai pior.
Reduzir estoque parado, que é dinheiro imobilizado em prateleira.
Cortar despesa recorrente, cujo efeito é permanente mas demora a aparecer.
Aumentar receita, que é o caminho certo e o mais lento de todos.
Uma observação sobre o momento de agir
Fôlego só é útil enquanto ainda existe. Três meses de caixa dão espaço para negociar, cortar e ajustar. Três semanas dão espaço apenas para aceitar as condições que aparecerem.
Acompanhe o número mensalmente, junto com o fluxo de caixa.
Esta conta faz parte de: Números do negócio