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O custo direto do que foi vendido, sem despesas administrativas.

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Administrativas, comerciais e gerais, sem depreciação.

Campo opcional.
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Campo opcional.
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Opcional. Juros pagos e imposto de renda somados.

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A resposta da conta

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Cálculo · A receita informada é líquida, já descontados tributos sobre venda e devoluções.

Como chegamos neste resultado

A fórmula

lucro bruto = receita − custo dos produtos vendidos; EBITDA = lucro bruto − despesas operacionais; lucro líquido = EBITDA − depreciação − resultado financeiro e tributos

Passo a passo da conta

  1. O custo do que foi vendido é subtraído da receita líquida, formando o lucro bruto.
  2. As despesas operacionais, sem depreciação, são subtraídas do lucro bruto, formando o EBITDA.
  3. Depreciação e amortização levam ao lucro operacional; o resultado financeiro e os tributos sobre o lucro levam ao líquido.
  4. Cada margem é a respectiva linha dividida pela receita líquida.

O que a conta assume

  • A receita informada é líquida, já descontados tributos sobre venda e devoluções.
  • A depreciação foi informada em separado, e não dentro das despesas operacionais.
Dados utilizados nesta conta
  • Cálculo determinístico sobre os valores informados. Nenhum dado externo é consultado.

    Calculadora DFreferência consultada

Como funciona e como interpretar

A sequência que a calculadora percorre

Da receita líquida, subtrai-se o custo do que foi vendido e chega-se ao resultado bruto. Ele mede a eficiência da operação principal, sem despesas administrativas.

Subtraindo as despesas operacionais, chega-se ao EBITDA, que é o resultado antes de juros, impostos sobre o lucro, depreciação e amortização.

Descontando depreciação e amortização, obtém-se o resultado operacional.

Descontando o resultado financeiro e os tributos sobre o lucro, chega-se ao lucro líquido.

Cada etapa aparece em valor e em percentual da receita, que é a forma como as margens são comparadas.

Para que serve o EBITDA

Ele isola o desempenho da operação de três coisas que não dependem dela: a estrutura de capital, que define os juros; o regime tributário; e a política de depreciação dos ativos.

Isso o torna útil para comparar empresas do mesmo setor com endividamentos diferentes, e para acompanhar a própria empresa ao longo do tempo sem que uma troca de financiamento distorça a leitura.

O que ele esconde, e é bastante

Juros existem e são pagos. Uma empresa muito endividada pode ter EBITDA excelente e prejuízo líquido.

Depreciação representa desgaste real. Máquina se deteriora e precisa ser substituída. Excluir a depreciação não elimina a necessidade de reinvestir.

EBITDA não é caixa. Venda a prazo entra no EBITDA no momento da venda, não no do recebimento. Empresa com EBITDA positivo e ciclo financeiro longo pode ficar sem dinheiro para a folha.

Por isso a calculadora mostra sempre o caminho inteiro até o lucro líquido, e não apenas o indicador do meio.

Duas divisões diferentes da mesma receita

Esta página separa os custos por natureza contábil: o que é custo do produto vendido e o que é despesa operacional. É a divisão da demonstração de resultado.

A calculadora de margem de lucro separa por variabilidade: o que muda com o volume e o que não muda. É a divisão da gestão.

Nenhuma das duas substitui a outra. A primeira responde a como a empresa se apresenta; a segunda, a como ela reage a variações de volume.

Depois de calcular

Compare o resultado com o capital que a operação exige, no ROIC. E confira quantos dias o dinheiro fica preso no ciclo financeiro, porque margem boa com ciclo longo continua sendo um problema de caixa.

Esta conta faz parte de: Números do negócio