Calculadora DF

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Projete a evolução de um capital com aportes mensais e veja quanto do resultado vem de juros.

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A fórmula e o que ela faz

O montante é o capital multiplicado por um mais a taxa, elevado ao número de períodos. Quando há aportes mensais, soma-se a esse resultado a série de depósitos, cada um capitalizado pelo tempo que ficou aplicado.

A calculadora separa o que você depositou do que os juros geraram. Essa separação é o dado mais revelador da conta: em prazos longos, os juros costumam superar o total investido.

O tempo faz mais diferença que a taxa

Aportar 500 reais por mês a 0,8% ao mês durante 10 anos acumula bem menos que aportar os mesmos 500 reais durante 20 anos, e a diferença não é o dobro: é muito mais.

Isso acontece porque cada aporte rende pelo tempo que ficar aplicado. Os primeiros depósitos são os que mais trabalham, e são justamente os que a maioria das pessoas adia.

Começar cedo com pouco costuma superar começar tarde com muito.

O que a projeção não considera

Imposto de renda. Renda fixa tem alíquota regressiva de 22,5% a 15% sobre os rendimentos, conforme o prazo. Fundos têm come-cotas semestral.

Taxas. Custódia, administração e corretagem reduzem o rendimento efetivo.

Variação da taxa. A projeção assume taxa constante, o que não acontece na prática. Selic e CDI mudam ao longo do tempo.

Inflação. O montante final está em valores nominais. Para saber o poder de compra, desconte a inflação do período.

Use a projeção como ordem de grandeza e ferramenta de decisão, não como promessa de resultado.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre juros simples e compostos?
Nos juros simples, os juros incidem sempre sobre o capital inicial. Nos compostos, os juros de cada período passam a compor a base do período seguinte. Em prazos curtos a diferença é pequena; em prazos longos ela domina o resultado.